Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Boxer - Comunicação Visual

Pesquisas tem mostrado que cães são extremamente visuais.Eles são estimulados pelo que esta em seu perimetro visual. Isto é sentido sem surpresas por donos de Boxers que eles percebem a atenção de tudo que se mexe, seja carro, moto, bicicleta ou outros. Boxer procuram e respondem a estimulos visuais, pois isto é muito significativo para a linguagem dos cães. Eles percebem através de nossos olhares nossos sentimentos e nosso desejo e tentam responder a eles. Se você olhar fixamente um boxer. provavelmente ele vai ficar muito nervoso e não saberá o que fazer. Portanto exercite a comunicação visual com seu amigo e melhore o entendimento entre vocês.

Domingo, 28 de Junho de 2009

Boxer é bom para crianças?

Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Boxer - História



O primeiro aparecimento de exemplares da raça foi em 1895, por amabilidade do Clube Alemão do São Bernardo que permitiu, durante uma exposição monográfica da raça, a exibição de alguns exemplares de Boxer: Contudo, no início não se alcançou o êxito desejado, no intuito de melhorar e popularizar a raça.
Ganhou "Múhlbauers Flocki", filho de "Tom" um Bulldog branco, propriedade do Dr Toenniessen e da fêmea Bierboxer (moderno Bullenbeisser) "Alt's Schecken", filha de "Alt's Flora", uma fêmea tigrada levada para a Alemanha a partir do sul da França em 1887 por George Alt, natural de Munique. "Flocki" seria o primeiro Boxer inscrito no Livro de Origens.
Em 17 de Janeiro de 1896 seria fundado na cidade de Munique (capital da Baviera) o clube alemão da raça, o Boxer Klub Sitz Münche, e dois meses mais tarde, a 29 de Março, organizava-se a primeira exposição monográfica, actuando como juíz Elard König.
Em 1902 fixaram-se, de forma provisória, as primeiras bases raciais, sendo publicado em 1904 o primeiro Livro de Origens (Zuchbuch), registo genealógico da raça, ao mesmo tempo que surgia o "Boxer Blatter, boletim do clube onde era publicado o primeiro estalão oficial.
Durante estes anos de início na criação e selecção apareceram certas controvérsias, entre o cada vez mais numeroso grupo de aficionados, em relação à estrutura que o Boxer deveria ter: havia quem preferisse o tipo semelhante ao Bulldog clássico; outros, pelo contrário, inclinavam-se mais para o tipo do antigo Bullenbeisser; por último, havia os que aspiravam a um cão diferente, mais evoluído e elegante. Finalmente, o clube inclinou-se por esta última versão e esse foi o seu ponto de referência até aos nossos dias.
É curioso observar como a cor branca foi dominante nos primeiros anos de história da raça, altura em que o conceito de funcionalidade primava em relação a outros factores, chegando inclusivé a ser permitido que o branco ocupasse a maior parte do manto do cão com a intenção de não afastar da criação, exemplares que pudessem fornecer outra série de características interessantes. Pouco tempo depois (anos 1925 e 1926), o clube efectuou uma série de revisões no estalão e começou a tentar a sua eliminação através duma intensa selecção, meta que ainda não foi totalmente atingida pelos criadores de Boxer, uma vez que ainda continuam a nascer cachorros brancos.
Depois da II Guerra Mundial, o Boxer é já uma raça popular nos cinco continentes, com um altíssimo nível de criadores em países como a Alemanha, Holanda, Itália, Estados Unidos, etc. Durante este período a raça vive os seus melhores momentos, graças à homogeneidade conseguida no tipo dos exemplares. Em 1950 nasce na cidade de Strassbourg a ATIBOX (Associação Técnica Internacional do Boxer) cuja finalidade é a manutenção dum estalão morfológica e psiquicamente, belo e funcional, marcando as directrizes a seguir na criação e evolução da raça, com critérios uniformes para os diferentes países. Esta associação agrupa todos os clubes de Boxer a nível mundial e celebra anualmente uma assembleia geral na qual se encontram representados todos os seus filiados. Além disso, organiza uma exposição de beleza e um campeonato de trabalho.

Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Boxer - Alimentação e a pele.




A alimentação pode, pela sua qualidade, influir sobre numerosos órgãos e de maneira particular sobre a pele. Um desequilíbrio alimentar pode provocar perturbações cutâneas, alterar a qualidade da pele e do pelo, seja de maneira directa por carência, seja indirectamente por excesso ou desequilíbrio ao nível do fígado e do intestino.

EXCESSO DE PROTEÍNA:Sobretudo desde que sejam proteínas pouco digestíveis provenientes de tendões, ossos ou cartilagens, podem provocar diarreias, produzindo-se um fenómeno de decomposição ao nível do intestino. Daí a libertação de factores tóxicos para o fígado e os problemas de dermatose secundária.

AMIDO CRU, MAL COZIDO OU EM QUANTIDADE EXAGERADA:Provoca fermentações intestinais, aumenta a libertação de compostos tóxicos e consequentemente uma sobrecarga hepática. Fenómenos de alergia podem então manifestar-se.

ALGUMAS SUBSTÂNCIAS NECESSÁRIAS A PELE:Vitamina “A” - Essencial à pele; factor cicatrizante. É libertada no organismo a partir do fígado que a armazena; a sua libertação depende da taxa de zinco e de cálcio; uma carência de zinco ou o excesso de cálcio condiciona a sua circulação.Vitamina “E” - Assegura a estabilidade da vitamina “A” aumentando assim a sua eficácia.Vitamina “B” - Em especial a vitamina “B6”; a taxa de vitamina “B6” incluída na alimentação deve ser aumentada em função da taxa proteica. A vitamina “B6” é destruída pelo calor.Ácidos Aminados Saturados - Protectores hepáticos.

Ácidos Gordos - A sua carência pode ocasionar o endurecimento da pele, uma pigmentação anormal e que das de pelo.Sais Minerais: Zinco - Frequentemente mal absorvido ao nível do intestino em função do excesso de cálcio na ração;Cobre - Intervém essencialmente na pigmentação e no brilho do pelo.Assim, como regra geral para evitar problemas cutâneos, é conveniente:- Não dar refeições demasiado volumosas mas concentradas;- Cozer bem a massa ou o arroz;- Conhecer a origem das proteínas;- Não recorrer sistematicamente a alimentos que possuam taxas proteicas demasiado elevadas;- Adicionar óleo vegetal à razão de uma colher por dia (óleo de milho);- Adicionar zinco (200 mg por dia);- Adicionar vitamina B.

Domingo, 12 de Abril de 2009

Boxer - Branco


Discriminação

Os Boxers brancos não são permitidos desde 1925, mas até hoje nascem mas ninhadas e não recebem pedigree. Há quem diga que são albinos e livros estrangeiros da raça alegam que, mesmo não sendo albinos, podem produzir filhotes com tal anomalia em duas ou três gerações, sendo esse o motivo da proibição.


A Raça nasceu branca

Vale dizer que o branco existe na raça pois ela nasceu – no final do século passado – da mistura do pequeno Bullenbeisser, antigo cão de caça que imobilizava a presa, com um Buldogue totalmente branco, cujo nome era Tom. Daí por diante a raça passou a ser oficialmente chamada de "Boxer" e inúmeros cães brancos nasceram e foram registrados, inclusive a primeira grande reprodutora, chamada Meta, que tinha apenas uma mancha tigrada na cabeça e uma pinta ao lado esquerdo do corpo. O resto era branco como neve. Seria então este "outro" motivo para proibi-lo, ou seja uma tentativa de tirar a influência do Buldogue? Não, isso não é, em momento algum, alegado na bibliografia da raça.