Os boxers podem entender muitas palavras humanas, você pode criar um repertório completo para efetuar o treinamento. Os boxer tendem a filtrar as palavras mais curtas e importantes que tentamos ensina-los, pois a percepção do som que eles tem é muito diferente da nossa. Para que um boxer entenda os comandos verbais , utilize sempre palavras curtas como:"Não", "Senta" etc. No máximo com duas sílabas, pois para eles este som contem muito mais informação do que nós podemos perceber. Portanto quanto mais curta a palavra mais facil deles entenderem. Algumas pesquisas mostram que eles podem guardar um repertório de 200 palavras, o que é mais do que suficiente para treinar um animal.sábado, 12 de setembro de 2009
Boxer - Treinamento com comunicação oral.
Os boxers podem entender muitas palavras humanas, você pode criar um repertório completo para efetuar o treinamento. Os boxer tendem a filtrar as palavras mais curtas e importantes que tentamos ensina-los, pois a percepção do som que eles tem é muito diferente da nossa. Para que um boxer entenda os comandos verbais , utilize sempre palavras curtas como:"Não", "Senta" etc. No máximo com duas sílabas, pois para eles este som contem muito mais informação do que nós podemos perceber. Portanto quanto mais curta a palavra mais facil deles entenderem. Algumas pesquisas mostram que eles podem guardar um repertório de 200 palavras, o que é mais do que suficiente para treinar um animal.domingo, 26 de julho de 2009
Boxer - Treinamento comandos com a mão.

Seus movimentos são importantes para seu cachorro.Indicações visuais assim como comandos manuais são muito eficentes em treinamento de cachorros (este é um tremendo plus quando se trata de cachorros que não ouvem bem). Sinais visuais e sons tem o mesmo efeito no cachorro,Usando sinais visuais no treinamento , ele fica mais consistente. Por exemplo se você resolver tocar seu queixo para um comando de sentar ,não adianta depois ficar gritando para que seu cachorro sente.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Boxer - Comunicação Visual
Pesquisas tem mostrado que cães são extremamente visuais.Eles são estimulados pelo que esta em seu perimetro visual. Isto é sentido sem surpresas por donos de Boxers que eles percebem a atenção de tudo que se mexe, seja carro, moto, bicicleta ou outros. Boxer procuram e respondem a estimulos visuais, pois isto é muito significativo para a linguagem dos cães. Eles percebem através de nossos olhares nossos sentimentos e nosso desejo e tentam responder a eles. Se você olhar fixamente um boxer. provavelmente ele vai ficar muito nervoso e não saberá o que fazer. Portanto exercite a comunicação visual com seu amigo e melhore o entendimento entre vocês.
domingo, 28 de junho de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Boxer - História

O primeiro aparecimento de exemplares da raça foi em 1895, por amabilidade do Clube Alemão do São Bernardo que permitiu, durante uma exposição monográfica da raça, a exibição de alguns exemplares de Boxer: Contudo, no início não se alcançou o êxito desejado, no intuito de melhorar e popularizar a raça.
Ganhou "Múhlbauers Flocki", filho de "Tom" um Bulldog branco, propriedade do Dr Toenniessen e da fêmea Bierboxer (moderno Bullenbeisser) "Alt's Schecken", filha de "Alt's Flora", uma fêmea tigrada levada para a Alemanha a partir do sul da França em 1887 por George Alt, natural de Munique. "Flocki" seria o primeiro Boxer inscrito no Livro de Origens.
Em 17 de Janeiro de 1896 seria fundado na cidade de Munique (capital da Baviera) o clube alemão da raça, o Boxer Klub Sitz Münche, e dois meses mais tarde, a 29 de Março, organizava-se a primeira exposição monográfica, actuando como juíz Elard König.
Em 1902 fixaram-se, de forma provisória, as primeiras bases raciais, sendo publicado em 1904 o primeiro Livro de Origens (Zuchbuch), registo genealógico da raça, ao mesmo tempo que surgia o "Boxer Blatter, boletim do clube onde era publicado o primeiro estalão oficial.
Durante estes anos de início na criação e selecção apareceram certas controvérsias, entre o cada vez mais numeroso grupo de aficionados, em relação à estrutura que o Boxer deveria ter: havia quem preferisse o tipo semelhante ao Bulldog clássico; outros, pelo contrário, inclinavam-se mais para o tipo do antigo Bullenbeisser; por último, havia os que aspiravam a um cão diferente, mais evoluído e elegante. Finalmente, o clube inclinou-se por esta última versão e esse foi o seu ponto de referência até aos nossos dias.
É curioso observar como a cor branca foi dominante nos primeiros anos de história da raça, altura em que o conceito de funcionalidade primava em relação a outros factores, chegando inclusivé a ser permitido que o branco ocupasse a maior parte do manto do cão com a intenção de não afastar da criação, exemplares que pudessem fornecer outra série de características interessantes. Pouco tempo depois (anos 1925 e 1926), o clube efectuou uma série de revisões no estalão e começou a tentar a sua eliminação através duma intensa selecção, meta que ainda não foi totalmente atingida pelos criadores de Boxer, uma vez que ainda continuam a nascer cachorros brancos.
Depois da II Guerra Mundial, o Boxer é já uma raça popular nos cinco continentes, com um altíssimo nível de criadores em países como a Alemanha, Holanda, Itália, Estados Unidos, etc. Durante este período a raça vive os seus melhores momentos, graças à homogeneidade conseguida no tipo dos exemplares. Em 1950 nasce na cidade de Strassbourg a ATIBOX (Associação Técnica Internacional do Boxer) cuja finalidade é a manutenção dum estalão morfológica e psiquicamente, belo e funcional, marcando as directrizes a seguir na criação e evolução da raça, com critérios uniformes para os diferentes países. Esta associação agrupa todos os clubes de Boxer a nível mundial e celebra anualmente uma assembleia geral na qual se encontram representados todos os seus filiados. Além disso, organiza uma exposição de beleza e um campeonato de trabalho.
Depois da II Guerra Mundial, o Boxer é já uma raça popular nos cinco continentes, com um altíssimo nível de criadores em países como a Alemanha, Holanda, Itália, Estados Unidos, etc. Durante este período a raça vive os seus melhores momentos, graças à homogeneidade conseguida no tipo dos exemplares. Em 1950 nasce na cidade de Strassbourg a ATIBOX (Associação Técnica Internacional do Boxer) cuja finalidade é a manutenção dum estalão morfológica e psiquicamente, belo e funcional, marcando as directrizes a seguir na criação e evolução da raça, com critérios uniformes para os diferentes países. Esta associação agrupa todos os clubes de Boxer a nível mundial e celebra anualmente uma assembleia geral na qual se encontram representados todos os seus filiados. Além disso, organiza uma exposição de beleza e um campeonato de trabalho.
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